Do entendimento do cenário atual até a conformidade operacional com o novo sistema, com expertise Oracle e visão estratégica de negócio.
Agende um diagnóstico gratuito e descubra quais pontos merecem atenção frente à adequação da Reforma Tributária.
A Reforma Tributária reconfigura a lógica de apuração, creditamento e escrituração dos tributos sobre o consumo, exigindo que os sistemas, processos e equipes estejam preparados para operar nos dois regimes ao mesmo tempo durante toda a fase de transição, que se estende até 2033.
Motores de cálculo, layouts de documentos fiscais e integrações que não foram preparados para o IBS e a CBS geram erros de apuração e risco de autuação.
Cada fechamento mensal precisará apurar os tributos do regime antigo e do novo simultaneamente, ampliando o volume e a complexidade das obrigações acessórias.
O recolhimento antecipado dos tributos na fonte altera o timing do caixa e exige ajustes na gestão financeira e na modelagem de fluxo de caixa.
A nova estrutura da DRE exigida pelo IFRS 18, com adoção obrigatória em 2027, exige rastreabilidade e reclassificação de lançamentos que processos manuais não conseguem sustentar.
Sem simulação e análise do impacto da reforma na carga tributária efetiva, nas margens e no fluxo de caixa, a empresa enfrenta surpresas que poderiam ter sido antecipadas.
A Reforma Tributária reconfigura a lógica de apuração, creditamento e escrituração dos tributos sobre o consumo, exigindo que os sistemas, processos e equipes estejam preparados para operar nos dois regimes ao mesmo tempo durante toda a fase de transição, que se estende até 2033.
Motores de cálculo, layouts de documentos fiscais e integrações que não foram preparados para o IBS e a CBS geram erros de apuração e risco de autuação.
Cada fechamento mensal precisará apurar os tributos do regime antigo e do novo simultaneamente, ampliando o volume e a complexidade das obrigações acessórias.
O recolhimento antecipado dos tributos na fonte altera o timing do caixa e exige ajustes na gestão financeira e na modelagem de fluxo de caixa.
A nova estrutura da DRE exigida pelo IFRS 18, com adoção obrigatória em 2027, exige rastreabilidade e reclassificação de lançamentos que processos manuais não conseguem sustentar.
Sem simulação e análise do impacto da reforma na carga tributária efetiva, nas margens e no fluxo de caixa, a empresa enfrenta surpresas que poderiam ter sido antecipadas.
Viu os desafios? Sim, a adequação à Reforma Tributária exige método e a Ninecon conduz cada empresa por um roadmap estruturado, adaptado à realidade de cada segmento e ao grau de maturidade dos sistemas existentes.
Diagnóstico do regime atual da empresa, mapeamento dos tributos incidentes e avaliação de como as regras do IBS, da CBS e do Imposto Seletivo se aplicam ao modelo de negócio, considerando segmento, porte, operações e cadeia de suprimentos.
Levantamento detalhado do estado atual dos processos fiscais, contábeis e sistêmicos. Definição do estado futuro necessário para operar em conformidade com o novo regime, identificando todos os gaps a serem endereçados.
Avaliação das alterações necessárias nos módulos financeiros e fiscais do ERP Oracle, nos motores de cálculo, nos layouts de documentos fiscais e nas integrações com parceiros fiscais e bancos. Identificação de customizações e extensões impactadas.
Definição do plano de implementação com etapas, prioridades, responsáveis e prazos. Execução dos ajustes técnicos e de processo, com gestão rigorosa de escopo e risco para garantir conformidade dentro do cronograma regulatório.
Modelagem dos efeitos da nova tributação sobre a carga fiscal efetiva, as margens por produto e canal, o fluxo de caixa e o capital de giro. Geração de cenários comparativos para suporte à decisão estratégica da liderança.
A Ninecon vai além da ativação das funcionalidades disponíveis. Pois garantimos que cada ajuste seja implementado com precisão, compatibilidade com o ambiente existente e rastreabilidade necessária para a conformidade fiscal.
Diagnóstico dos impactos da reforma nos módulos financeiros e fiscais do Oracle ERP
Levantamento e análise do mapa fiscal, dos determinantes fiscais e da estrutura de cálculo de impostos, visando garantir o entendimento correto das alterações necessárias
Levantamento e análise dos processos de entrada e emissão de documentos fiscais para refletir os novos layouts e impostos
Revisão e mapeamento da contabilização
Levantamento e análise dos desenvolvimentos atuais envolvidos nos processos fiscais: customizações, extensões e relatórios
Identificação dos ajustes necessários no sistema fiscal e em suas integrações com o Oracle ERP
Afinal, aqui estamos falando do impacto direto na escrituração contábil e o reporte financeiro, especialmente considerando que o IFRS 18 entra em vigor em 2027 com exigências que incluem novas categorias na DRE, subtotais obrigatórios e reconciliação formal dos indicadores gerenciais.
Processa simultaneamente o modelo contábil atual e o modelo IFRS 18 a partir da mesma base de dados, sem duplicar o esforço de fechamento.
Aplica automaticamente as categorias do IFRS 18 nos lançamentos do ERP, com rastreabilidade completa e drill-down até a transação de origem.
Consolida, valida e gera os relatórios obrigatórios de forma automática, reduzindo o ciclo de fechamento mensal.
Gera automaticamente as notas explicativas com a reconciliação dos Management Performance Measures exigidos pelo IFRS 18.
Integrado ao Oracle ERP atualizado, o EPM consolida os lançamentos do regime atual e do novo em cada fechamento, garantindo consistência entre períodos.
Vamos muito além de uma parametrização técnica do ERP. Combinamos diagnóstico de negócio, revisão de processos, implementação sistêmica e acompanhamento contínuo em uma jornada estruturada que garante conformidade real, e não apenas funcionalidades ativadas.
Unimos governança corporativa robusta, profundo conhecimento fiscal e técnico e aliança estratégica com a Oracle. Nossos consultores conhecem o produto e entendem o negócio do cliente, tornando a adequação mais precisa e menos arriscada.
A transição tributária se estende até 2033, com atualizações normativas ao longo de todo o caminho. A Ninecon permanece como parceira no pós-implementação por meio do Suporte Gerenciado, monitorando o ambiente e aplicando ajustes conforme a legislação avança.
Tire suas dúvidas sobre a Adequação Fiscal e Tributária.
A Reforma Tributária já começou na prática. O ano de 2026 funciona como uma fase inicial de testes e adaptação operacional, focada no preenchimento de alíquotas informativas de IBS e CBS nos documentos fiscais eletrônicos.
A transição completa seguirá em etapas graduais até 2033.
Não necessariamente. O Oracle ERP Cloud, por exemplo, está sendo atualizado com as funcionalidades necessárias para suportar o novo regime, incluindo novos motores de cálculo, layouts de documentos fiscais e suporte a CNPJ alfanumérico.
O que é preciso é garantir que essas atualizações estejam corretamente parametrizadas no seu ambiente, com o mapa fiscal revisado e as customizações existentes compatibilizadas com as novas regras.
O split payment é o mecanismo pelo qual os tributos são recolhidos automaticamente no momento da transação, sem passar pelo caixa da empresa. Isso altera o timing do fluxo de caixa e exige ajustes na modelagem financeira, nas projeções de capital de giro e nos processos de contas a receber.
A análise do impacto financeiro da reforma é uma das etapas do roadmap de adequação conduzido pela Ninecon.
Sim, e os dois movimentos se cruzam. A Reforma Tributária exige nova escrituração para o IBS e a CBS durante a transição.
O IFRS 18, com adoção obrigatória a partir de 2027, exige nova estrutura da DRE com três categorias padronizadas e reconciliação formal dos indicadores gerenciais.
O Oracle EPM Cloud, implementado pela Ninecon, suporta os dois modelos em parallel run a partir da mesma base de dados, sem duplicar o esforço do fechamento mensal.
O prazo depende do tamanho da empresa, da complexidade do ambiente ERP atual, do volume de customizações existentes e do número de módulos impactados.
O diagnóstico inicial, que é a primeira etapa do roadmap, já entrega um mapa claro do que precisa ser feito e em qual sequência.
A Ninecon dimensiona o escopo antes de qualquer comprometimento de prazo ou investimento.
A janela para uma adequação estruturada está se fechando. Empresas que iniciam agora têm tempo para diagnóstico, planejamento e implementação sem pressão.
As que esperarem enfrentarão retrabalho, custo emergencial e risco de não conformidade em 2026.
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