Sua empresa está pronta para a Reforma Tributária?

A Ninecon conduz a sua jornada de adequação de ponta a ponta: diagnóstico, roadmap, implementação e suporte.

Do entendimento do cenário atual até a conformidade operacional com o novo sistema, com expertise Oracle e visão estratégica de negócio.

Agende um diagnóstico gratuito e descubra quais pontos merecem atenção frente à adequação da Reforma Tributária.

A linha do tempo da Reforma Tributária

A mudança nos impostos sobre consumo acontece em etapas, de 2023 até 2033. Veja o que já foi feito, onde estamos e o que ainda vem pela frente.

2026 • Ano de Teste do IBS e da CBS

Cobrança teste com alíquotas simbólicas, sem extinção dos tributos atuais.

Progresso da transição
0%
Dez/2023
Jan/2033
2023
Dez

Depois de mais de 30 anos de debate, o Congresso aprova a base da reforma. A Constituição passa a prever um novo modelo, com menos tributos e regras iguais em todo o país.

Principais pontos
Para sua empresa

Nada muda no dia a dia ainda. É o momento de entender o novo modelo e acompanhar as próximas definições.

2024
Jan–Dez

A Emenda define o “o quê”; as leis complementares definem o “como”. Ao longo de 2024, governo e Congresso discutem alíquotas, exceções e o funcionamento da cobrança.

Principais pontos
Para sua empresa

Fase de acompanhar como o seu setor seria tratado: alíquota cheia, reduzida ou regime específico.

2025
Jan

Com a sanção da LC 214/2025, o novo sistema ganha regras concretas: quem paga, quanto paga e como os créditos funcionam.

Principais pontos
Para sua empresa

Já é possível identificar o enquadramento do seu negócio e estimar o impacto na carga tributária.

2025
Jan–Dez

Um ano de bastidores: a estrutura que vai administrar o IBS é montada e os documentos fiscais são adaptados para receber os novos impostos.

Principais pontos
Para sua empresa

Revisar ERP, cadastro de produtos e serviços e contratos de longo prazo que possam ser afetados.

2026
Jan–Dez
Ano de Teste do IBS e da CBS

Os novos impostos entram em cena de forma controlada. O objetivo é testar os sistemas do governo e das empresas antes da troca definitiva.

Principais pontos
Para sua empresa

Garantir que as notas saiam no novo formato e usar o ano para simular o impacto em preços e margens.

2027
a 2028

A partir de janeiro de 2027, a reforma deixa de ser teste no âmbito federal. PIS e Cofins deixam de existir e a CBS passa a ser cobrada integralmente.

Principais pontos
Para sua empresa

Revisar precificação e fluxo de caixa: créditos mais amplos e o split payment mudam a dinâmica de pagamentos.

2029
a 2032

Durante quatro anos, os dois sistemas convivem. A cada ano, ICMS e ISS ficam menores e o IBS ocupa o espaço na mesma proporção.

Principais pontos
Para sua empresa

Período de atenção dobrada: dois sistemas funcionando ao mesmo tempo, com regras e obrigações diferentes.

2033
Em diante

O Brasil passa a ter um modelo de impostos sobre consumo mais simples, transparente e alinhado ao padrão usado em mais de 170 países.

Principais pontos
Para sua empresa

Menos tributos e regras mais uniformes: a apuração fica mais simples e previsível.

O que está em jogo para a sua empresa?

A Reforma Tributária reconfigura a lógica de apuração, creditamento e escrituração dos tributos sobre o consumo, exigindo que os sistemas, processos e equipes estejam preparados para operar nos dois regimes ao mesmo tempo durante toda a fase de transição, que se estende até 2033.

Desafios que sua empresa irá enfrentar

ERP e sistemas fiscais desatualizados

Motores de cálculo, layouts de documentos fiscais e integrações que não foram preparados para o IBS e a CBS geram erros de apuração e risco de autuação.

Dupla escrituração durante a transição

Cada fechamento mensal precisará apurar os tributos do regime antigo e do novo simultaneamente, ampliando o volume e a complexidade das obrigações acessórias.

Impacto no fluxo de caixa com o Split Payment e RAD

O recolhimento antecipado dos tributos na fonte altera o timing do caixa e exige ajustes na gestão financeira e na modelagem de fluxo de caixa.

Mudanças regulatórias e tempo de adequação

A recorrência das mudanças regulatórias exige acompanhamento contínuo e agilidade para analisar impactos, ajustar sistemas, testar alterações e adequar processos dentro dos prazos estabelecidos.

Pressão dos prazos regulatórios

As mudanças constantes na legislação exigem acompanhamento contínuo e reduzem o tempo disponível para analisar impactos, implementar ajustes, testar sistemas e adequar processos antes dos prazos regulatórios.

Roadmap de adequação Ninecon:
cinco etapas para uma transição segura

Viu os desafios? Sim, a adequação à Reforma Tributária exige método e a Ninecon conduz cada empresa por um roadmap estruturado, adaptado à realidade de cada segmento e ao grau de maturidade dos sistemas existentes.

1

Entendimento do cenário tributário atual e aplicabilidade da reforma

Diagnóstico do regime atual da empresa, mapeamento dos tributos incidentes e avaliação de como as regras do IBS, da CBS e do Imposto Seletivo se aplicam ao modelo de negócio, considerando segmento, porte, operações e cadeia de suprimentos.

2

Mapeamento AS IS x TO BE

Levantamento detalhado do estado atual dos processos fiscais, contábeis e sistêmicos. Definição do estado futuro necessário para operar em conformidade com o novo regime, identificando todos os gaps a serem endereçados.

3

Análise de ajustes nos sistemas ERP, solução fiscal e processos

Avaliação das alterações necessárias nos módulos financeiros e fiscais do ERP Oracle, nos motores de cálculo, nos layouts de documentos fiscais e nas integrações com parceiros fiscais e bancos. Identificação de customizações e extensões impactadas.

4

Elaboração e execução do roadmap de ações

Definição do plano de implementação com etapas, prioridades, responsáveis e prazos. Execução dos ajustes técnicos e de processo, com gestão rigorosa de escopo e risco para garantir conformidade dentro do cronograma regulatório.

5

Análise financeira do impacto da reforma tributária

Modelagem dos efeitos da nova tributação sobre a carga fiscal efetiva, as margens por produto e canal, o fluxo de caixa e o capital de giro. Geração de cenários comparativos para suporte à decisão estratégica da liderança.

O que a Ninecon faz na sua adequação ao ERP Oracle

A Ninecon vai além da ativação das funcionalidades disponíveis. Pois garantimos que cada ajuste seja implementado com precisão, compatibilidade com o ambiente existente e rastreabilidade necessária para a conformidade fiscal.

Assim, oferecemos:

Diagnóstico dos impactos da reforma nos módulos financeiros e fiscais do Oracle ERP

Levantamento e análise do mapa fiscal, dos determinantes fiscais e da estrutura de cálculo de impostos, visando garantir o entendimento correto das alterações necessárias

Levantamento e análise dos processos de entrada e emissão de documentos fiscais para refletir os novos layouts e impostos

Revisão e mapeamento da contabilização

Levantamento e análise dos desenvolvimentos atuais envolvidos nos processos fiscais: customizações, extensões e relatórios

Identificação dos ajustes necessários no sistema fiscal e em suas integrações com o Oracle ERP

Boomerang Mulher Laranja

Uma atuação integrada com Oracle e parceiros fiscais

A Reforma Tributária exige mais do que ajustes isolados.

A Ninecon atua na integração entre os diferentes ambientes e parceiros envolvidos na adequação, conectando conhecimento fiscal, processos e tecnologia para identificar impactos, alinhar necessidades e apoiar uma transição mais segura e estruturada.

Por que a Ninecon é a parceira estratégica certa para a sua Reforma Tributária?

Histórico de Sucesso

Aliança Estratégica e Alinhamento Oracle

Abordagem Sistêmica End-to-End

Governança e Estrutura Operacional Escalável

Centro de excelência RT

"Levantamento da Ninecon, com 40 projetos de adequação, revelou que os principais entraves estão na qualidade dos dados, nas integrações entre aplicações e na revisão de processos internos, desafios que precedem a emissão de notas fiscais.“

FAQ: Adequação Fiscal e Tributária para a Reforma Tributária

Tire suas dúvidas sobre a Adequação Fiscal e Tributária.

A Reforma Tributária sobre o consumo substitui tributos tradicionais, como PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS, por novos modelos: IBS, CBS e Imposto Seletivo.

Essa mudança não é apenas contábil: ela altera profundamente as regras de cálculo, emissão de documentos e integração de dados nos sistemas da sua empresa.

Para entender de forma simples, veja os principais impactos divididos por áreas do dia a dia:

A. Emissão de Notas e Documentos Fiscais

O que muda: Cada nota fiscal eletrônica (NF-e, NFS-e, CT-e) precisará de novos campos para destacar os novos impostos.

Impacto prático: Se o sistema não for atualizado com os novos formatos exigidos pelo Fisco, a empresa poderá ter dificuldades para faturar, expedir mercadorias ou prestar serviços.

B. Cálculo Automático de Impostos

O que muda: As alíquotas, bases de cálculo e regras de incidência serão renovadas. Haverá um longo período de transição em que o modelo antigo e o novo coexistirão.

Impacto prático: As fórmulas automáticas utilizadas pelo ERP para calcular preços, retenções e impostos precisarão ser reconfiguradas para evitar erros de cobrança e recolhimentos indevidos.

C. Gestão de Créditos Tributários

O que muda: No novo sistema (IVA Dual), a regra geral é o princípio da não cumulatividade plena, em que o imposto pago nas compras gera crédito para abater os impostos devidos nas vendas, observadas as regras aplicáveis.

Impacto prático: O sistema de compras, estoque e contas a pagar precisará estar integrado ao módulo fiscal para apurar com exatidão os créditos tributários.

D. Cadastro de Itens e Benefícios Fiscais

O que muda: Produtos e serviços poderão receber novas classificações e regimes diferenciados, como alíquota zero ou reduzida para determinados setores e produtos.

Impacto prático: Será necessário realizar a higienização e o saneamento do cadastro de produtos e serviços, além de revisar as tabelas de incentivos que deixarão de existir gradualmente.

E. Rastreabilidade, Registro de Eventos e Escrituração Digital

O que muda: O Fisco terá maior capacidade de acompanhamento das operações, com exigência de registros detalhados dos eventos relacionados às transações.

Impacto prático: Os módulos de escrita fiscal, SPED e novos módulos de escrituração deverão refletir com precisão o fluxo operacional real da empresa.

F. Novos Mecanismos Financeiros

O que muda: Mecanismos como o Split Payment poderão permitir o recolhimento do imposto diretamente no momento da liquidação financeira da operação.

Impacto prático: O módulo financeiro, incluindo Contas a Receber, Fluxo de Caixa e Conciliação Bancária, terá que absorver esse novo fluxo de arrecadação e conciliação.

Resumo: Adequar a empresa à Reforma Tributária não é apertar um “botão de atualização”. Exige revisão da estratégia tributária, redesenho dos processos internos e reparametrização minuciosa dos sistemas de gestão.

  • Complexidade do período de convivência: Durante os anos de transição, a empresa terá que calcular tanto os tributos atuais quanto os novos simultaneamente.
  • Integrações sistêmicas: Módulos de vendas, e-commerce, CRM, WMS (depósito), fiscal e financeiro precisam conversar na mesma língua. Testes integrados levam tempo.
  • Planejamento de orçamento e equipe: As mudanças concorrem com outros projetos estratégicos de TI. Iniciar o mapeamento com antecedência evita custos elevados de emergência e riscos de paralisação nas operações.

A Ninecon atua como parceira estratégica e executiva de transformação digital e governança de sistemas, combinando profundo conhecimento de processos de negócio com especialização técnica em plataformas líderes de mercado (como ecossistema Oracle e soluções fiscais integradas).

Nossa atuação inclui:

Frente de Atuação O que a Ninecon entrega
Diagnóstico de Impacto (Assessment) Levantamento detalhado de quais sistemas, integrações e relatórios serão afetados na arquitetura atual.
Redesenho de Processos Ajuste dos fluxos de compras, vendas, precificação, faturamento e fechamento fiscal para as novas regras.
Parametrização e Configuração Aplicação das novas lógicas tributárias no ERP e nas soluções fiscais parceiras.
Qualidade de Dados Cadastrais Apoio na carga de cadastros fiscais de produtos, serviços, fornecedores e clientes.
  1. Montar um comitê interno: Integrar as áreas Fiscal/Tributária, Finanças, Operações e TI.
  2. Realizar um inventário de sistemas: Mapear onde hoje os tributos são calculados, validados ou integrados.
  3. Acionar um Assessment Especializado: Contar com a consultoria da Ninecon para estimar o esforço, prazos e plano de ação estruturado para cada fase da transição.

A hora de se adequar é agora. 2026 é o período de preparação e testes para a Reforma Tributária, e 1º de janeiro de 2027 marca o início da cobrança efetiva da CBS e uma nova etapa da transição para o IBS. Como a adequação de sistemas e processos exige tempo para análise, implementação e testes, adiar o projeto pode reduzir a margem para ajustes antes dos prazos de obrigatoriedade.

Não necessariamente. A Reforma Tributária não exige, por si só, a substituição do sistema. O mais importante é avaliar se a solução atual possui recursos, atualizações e capacidade de adaptação para atender aos novos tributos, documentos fiscais, integrações e processos.

Antes de considerar uma troca, avalie os impactos no ERP e solução fiscal atual e a capacidade de adequação dentro dos prazos da Reforma Tributária.

O prazo depende do tamanho da empresa, da complexidade do ambiente ERP atual, do volume de customizações existentes e do número de módulos impactados.

O diagnóstico inicial, que é a primeira etapa do roadmap, já entrega um mapa claro do que precisa ser feito e em qual sequência.

A Ninecon dimensiona o escopo antes de qualquer comprometimento de prazo ou investimento.

Ninecon: inspirando inovação e impulsionando negócios por meio da Transformação Digital

Somos a maior consultoria especialista em soluções Oracle no Brasil
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Dê o primeiro passo antes que o prazo dite o ritmo

A janela para uma adequação estruturada está se fechando. Empresas que iniciam agora têm tempo para diagnóstico, planejamento e implementação sem pressão.

As que esperarem enfrentarão retrabalho, custo emergencial e risco de não conformidade em 2026.

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