Do entendimento do cenário atual até a conformidade operacional com o novo sistema, com expertise Oracle e visão estratégica de negócio.
Agende um diagnóstico gratuito e descubra quais pontos merecem atenção frente à adequação da Reforma Tributária.
A mudança nos impostos sobre consumo acontece em etapas, de 2023 até 2033. Veja o que já foi feito, onde estamos e o que ainda vem pela frente.
Cobrança teste com alíquotas simbólicas, sem extinção dos tributos atuais.
Depois de mais de 30 anos de debate, o Congresso aprova a base da reforma. A Constituição passa a prever um novo modelo, com menos tributos e regras iguais em todo o país.
Nada muda no dia a dia ainda. É o momento de entender o novo modelo e acompanhar as próximas definições.
A Emenda define o “o quê”; as leis complementares definem o “como”. Ao longo de 2024, governo e Congresso discutem alíquotas, exceções e o funcionamento da cobrança.
Fase de acompanhar como o seu setor seria tratado: alíquota cheia, reduzida ou regime específico.
Com a sanção da LC 214/2025, o novo sistema ganha regras concretas: quem paga, quanto paga e como os créditos funcionam.
Já é possível identificar o enquadramento do seu negócio e estimar o impacto na carga tributária.
Um ano de bastidores: a estrutura que vai administrar o IBS é montada e os documentos fiscais são adaptados para receber os novos impostos.
Revisar ERP, cadastro de produtos e serviços e contratos de longo prazo que possam ser afetados.
Os novos impostos entram em cena de forma controlada. O objetivo é testar os sistemas do governo e das empresas antes da troca definitiva.
Garantir que as notas saiam no novo formato e usar o ano para simular o impacto em preços e margens.
A partir de janeiro de 2027, a reforma deixa de ser teste no âmbito federal. PIS e Cofins deixam de existir e a CBS passa a ser cobrada integralmente.
Revisar precificação e fluxo de caixa: créditos mais amplos e o split payment mudam a dinâmica de pagamentos.
Durante quatro anos, os dois sistemas convivem. A cada ano, ICMS e ISS ficam menores e o IBS ocupa o espaço na mesma proporção.
Período de atenção dobrada: dois sistemas funcionando ao mesmo tempo, com regras e obrigações diferentes.
O Brasil passa a ter um modelo de impostos sobre consumo mais simples, transparente e alinhado ao padrão usado em mais de 170 países.
Menos tributos e regras mais uniformes: a apuração fica mais simples e previsível.
A Reforma Tributária reconfigura a lógica de apuração, creditamento e escrituração dos tributos sobre o consumo, exigindo que os sistemas, processos e equipes estejam preparados para operar nos dois regimes ao mesmo tempo durante toda a fase de transição, que se estende até 2033.
Motores de cálculo, layouts de documentos fiscais e integrações que não foram preparados para o IBS e a CBS geram erros de apuração e risco de autuação.
Cada fechamento mensal precisará apurar os tributos do regime antigo e do novo simultaneamente, ampliando o volume e a complexidade das obrigações acessórias.
O recolhimento antecipado dos tributos na fonte altera o timing do caixa e exige ajustes na gestão financeira e na modelagem de fluxo de caixa.
A recorrência das mudanças regulatórias exige acompanhamento contínuo e agilidade para analisar impactos, ajustar sistemas, testar alterações e adequar processos dentro dos prazos estabelecidos.
As mudanças constantes na legislação exigem acompanhamento contínuo e reduzem o tempo disponível para analisar impactos, implementar ajustes, testar sistemas e adequar processos antes dos prazos regulatórios.
Viu os desafios? Sim, a adequação à Reforma Tributária exige método e a Ninecon conduz cada empresa por um roadmap estruturado, adaptado à realidade de cada segmento e ao grau de maturidade dos sistemas existentes.
Diagnóstico do regime atual da empresa, mapeamento dos tributos incidentes e avaliação de como as regras do IBS, da CBS e do Imposto Seletivo se aplicam ao modelo de negócio, considerando segmento, porte, operações e cadeia de suprimentos.
Levantamento detalhado do estado atual dos processos fiscais, contábeis e sistêmicos. Definição do estado futuro necessário para operar em conformidade com o novo regime, identificando todos os gaps a serem endereçados.
Avaliação das alterações necessárias nos módulos financeiros e fiscais do ERP Oracle, nos motores de cálculo, nos layouts de documentos fiscais e nas integrações com parceiros fiscais e bancos. Identificação de customizações e extensões impactadas.
Definição do plano de implementação com etapas, prioridades, responsáveis e prazos. Execução dos ajustes técnicos e de processo, com gestão rigorosa de escopo e risco para garantir conformidade dentro do cronograma regulatório.
Modelagem dos efeitos da nova tributação sobre a carga fiscal efetiva, as margens por produto e canal, o fluxo de caixa e o capital de giro. Geração de cenários comparativos para suporte à decisão estratégica da liderança.
A Ninecon vai além da ativação das funcionalidades disponíveis. Pois garantimos que cada ajuste seja implementado com precisão, compatibilidade com o ambiente existente e rastreabilidade necessária para a conformidade fiscal.
Diagnóstico dos impactos da reforma nos módulos financeiros e fiscais do Oracle ERP
Levantamento e análise do mapa fiscal, dos determinantes fiscais e da estrutura de cálculo de impostos, visando garantir o entendimento correto das alterações necessárias
Levantamento e análise dos processos de entrada e emissão de documentos fiscais para refletir os novos layouts e impostos
Revisão e mapeamento da contabilização
Levantamento e análise dos desenvolvimentos atuais envolvidos nos processos fiscais: customizações, extensões e relatórios
Identificação dos ajustes necessários no sistema fiscal e em suas integrações com o Oracle ERP
A Ninecon atua na integração entre os diferentes ambientes e parceiros envolvidos na adequação, conectando conhecimento fiscal, processos e tecnologia para identificar impactos, alinhar necessidades e apoiar uma transição mais segura e estruturada.
Tire suas dúvidas sobre a Adequação Fiscal e Tributária.
A Reforma Tributária sobre o consumo substitui tributos tradicionais, como PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS, por novos modelos: IBS, CBS e Imposto Seletivo.
Essa mudança não é apenas contábil: ela altera profundamente as regras de cálculo, emissão de documentos e integração de dados nos sistemas da sua empresa.
Para entender de forma simples, veja os principais impactos divididos por áreas do dia a dia:
O que muda: Cada nota fiscal eletrônica (NF-e, NFS-e, CT-e) precisará de novos campos para destacar os novos impostos.
Impacto prático: Se o sistema não for atualizado com os novos formatos exigidos pelo Fisco, a empresa poderá ter dificuldades para faturar, expedir mercadorias ou prestar serviços.
O que muda: As alíquotas, bases de cálculo e regras de incidência serão renovadas. Haverá um longo período de transição em que o modelo antigo e o novo coexistirão.
Impacto prático: As fórmulas automáticas utilizadas pelo ERP para calcular preços, retenções e impostos precisarão ser reconfiguradas para evitar erros de cobrança e recolhimentos indevidos.
O que muda: No novo sistema (IVA Dual), a regra geral é o princípio da não cumulatividade plena, em que o imposto pago nas compras gera crédito para abater os impostos devidos nas vendas, observadas as regras aplicáveis.
Impacto prático: O sistema de compras, estoque e contas a pagar precisará estar integrado ao módulo fiscal para apurar com exatidão os créditos tributários.
O que muda: Produtos e serviços poderão receber novas classificações e regimes diferenciados, como alíquota zero ou reduzida para determinados setores e produtos.
Impacto prático: Será necessário realizar a higienização e o saneamento do cadastro de produtos e serviços, além de revisar as tabelas de incentivos que deixarão de existir gradualmente.
O que muda: O Fisco terá maior capacidade de acompanhamento das operações, com exigência de registros detalhados dos eventos relacionados às transações.
Impacto prático: Os módulos de escrita fiscal, SPED e novos módulos de escrituração deverão refletir com precisão o fluxo operacional real da empresa.
O que muda: Mecanismos como o Split Payment poderão permitir o recolhimento do imposto diretamente no momento da liquidação financeira da operação.
Impacto prático: O módulo financeiro, incluindo Contas a Receber, Fluxo de Caixa e Conciliação Bancária, terá que absorver esse novo fluxo de arrecadação e conciliação.
Resumo: Adequar a empresa à Reforma Tributária não é apertar um “botão de atualização”. Exige revisão da estratégia tributária, redesenho dos processos internos e reparametrização minuciosa dos sistemas de gestão.
A Ninecon atua como parceira estratégica e executiva de transformação digital e governança de sistemas, combinando profundo conhecimento de processos de negócio com especialização técnica em plataformas líderes de mercado (como ecossistema Oracle e soluções fiscais integradas).
Nossa atuação inclui:
| Frente de Atuação | O que a Ninecon entrega |
|---|---|
| Diagnóstico de Impacto (Assessment) | Levantamento detalhado de quais sistemas, integrações e relatórios serão afetados na arquitetura atual. |
| Redesenho de Processos | Ajuste dos fluxos de compras, vendas, precificação, faturamento e fechamento fiscal para as novas regras. |
| Parametrização e Configuração | Aplicação das novas lógicas tributárias no ERP e nas soluções fiscais parceiras. |
| Qualidade de Dados Cadastrais | Apoio na carga de cadastros fiscais de produtos, serviços, fornecedores e clientes. |
A hora de se adequar é agora. 2026 é o período de preparação e testes para a Reforma Tributária, e 1º de janeiro de 2027 marca o início da cobrança efetiva da CBS e uma nova etapa da transição para o IBS. Como a adequação de sistemas e processos exige tempo para análise, implementação e testes, adiar o projeto pode reduzir a margem para ajustes antes dos prazos de obrigatoriedade.
Não necessariamente. A Reforma Tributária não exige, por si só, a substituição do sistema. O mais importante é avaliar se a solução atual possui recursos, atualizações e capacidade de adaptação para atender aos novos tributos, documentos fiscais, integrações e processos.
Antes de considerar uma troca, avalie os impactos no ERP e solução fiscal atual e a capacidade de adequação dentro dos prazos da Reforma Tributária.
O prazo depende do tamanho da empresa, da complexidade do ambiente ERP atual, do volume de customizações existentes e do número de módulos impactados.
O diagnóstico inicial, que é a primeira etapa do roadmap, já entrega um mapa claro do que precisa ser feito e em qual sequência.
A Ninecon dimensiona o escopo antes de qualquer comprometimento de prazo ou investimento.
A janela para uma adequação estruturada está se fechando. Empresas que iniciam agora têm tempo para diagnóstico, planejamento e implementação sem pressão.
As que esperarem enfrentarão retrabalho, custo emergencial e risco de não conformidade em 2026.
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